Artigo apresentado na Assembleia Legislativa de SP (2011) que explica, com dados do NEOBE-USP, por que certas prescrições de exercício podem ser antiéticas e perigosas em Obesidade grau 2 e 3.
➡️ Quais limitações ortopédicas, respiratórias e cardíacas em pessoas com Obesidade grau 2 e 3 tornam corrida, saltos, esforços intensos e movimentos com carga externa claramente contraindicados.
➡️ Por que considerar apenas o IMC é insuficiente para diagnosticar a gravidade real da doença e pode levar a prescrições perigosas.
➡️ Como leis brasileiras – como a nº 10.048/2000 e a nº 13.146/2015 – reconhecem a mobilidade reduzida e os direitos das pessoas com Obesidade, impactando diretamente a prática profissional.
➡️ De que forma o próprio grupo de pesquisa, inicialmente adepto dos exercícios, retirou gradualmente essas práticas ao perceber lesões, microlesões e baixa adesão, priorizando tratamento sem dor.